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Áudios sobre sequestros de crianças e adolescentes são falsos, alerta SSP

18.10.2018

Áudios sobre sequestros de crianças e adolescentes são falsos, alerta SSP

Na manhã desta terça-feira (16), alguns áudios começaram a circular em redes sociais onde uma moradora de Sergipe alertava sobre uma tentativa de sequestro de duas crianças no Bairro Mosqueiro, na Zona de Expansão de Aracaju. A Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP) desmentiu a autenticidade das informações divulgadas.

Em um dos áudios, uma mulher alerta aos pais para que tivessem cuidado com os filhos, pois duas meninas teriam escapado de sequestradores após uma vizinha ter visto a ação criminosa e gritado por ajuda. Na mesma gravação ela diz ter conhecimento de outro caso de tentativa. Eles também narram ainda agressores espancados e ainda crianças mortas. Mensagens de texto fazendo alerta para este tipo de crime também estão circulando nas redes sociais.

A polícia começou a monitoramento esses casos de ‘fake news’, que segundo a SSP tem por objetivo disseminar o pânico em relação a delitos envolvendo crianças e adolescentes em falsos sequestros, homicídios e lesões corporais contra o público infanto-juvenil.

A secretaria alerta que a população deve evitar o compartilhamento desse tipo de informações, sem que conheça a procedência. O Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis de Aracaju informou que o único registro envolvendo o desaparecimento de criança, com suspeita de rapto foi realizado na segunda-feira (15), resultando na prisão em flagrante do autor.

Os casos verdadeiros desse tipo de crime devem ser levados ao conhecimento da Polícia através de registro na delegacia, para que as providências sejam tomadas. As denúncias podem ser feitas através dos números 181 e 190.

Os primeiros prints de grupos com a identificação das pessoas que compartilharam o material já estão com o Departamento de Defraudações e Crimes Cibernéticos. A delegada Rosana Freitas está a frente do caso. Qualquer informação pode ser repassada para os investigadores, através do 181 da Polícia Civil. Informações também podem ser relatadas na Delegacia mais próxima.

Fonte: Mais Sertão